Difícil descobrir e guardar as indicações; nenhum mecanismo formal de desconto/benefício
Dependência de menções pontuais no Instagram, sem controle nem dados sobre a conversão gerada
Nenhuma fonte de receita recorrente, só exposição sem monetização direta da audiência


A hipótese era que dividir o cadastro por progresso (etapas), em vez de concentrar todos os campos em uma única tela, reduziria a desistência do usuário. Testei as duas variantes acompanhando a taxa de conclusão do fluxo ao longo de uma semana. A hipótese se confirmou, já que a variante com cadastro por etapas teve 63% mais conclusões que a variante com tudo em uma tela só. Essa foi a decisão mais clara que os dados me deram em todo o projeto.

A hipótese aqui era que botões fixos no rodapé de "Visitar site" e "Falar no WhatsApp" seriam bastante utilizados pelos usuários que quisessem tirar dúvidas ou conhecer mais o estabelecimento. Um heatmap no Hotjar mostrou o oposto: o que os usuários mais buscavam na página eram os próprios vouchers disponíveis. A partir desse dado, movi os botões de contato para o final da página e dei mais destaque visual aos vouchers. Um caso em que a hipótese inicial estava errada, e o dado corrigiu a rota antes do lançamento.

Onde o usuário visualiza os parceiros disponíveis, os benefícios de cada voucher e resgata o código no momento do consumo, tudo pelo celular e direto no navegador (dispensando instalação via loja de apps).

Onde o dono do estabelecimento gerencia seus próprios vouchers e acompanha os resgates gerados pelo clube

Porta de entrada da audiência do Instagram, explicando o funcionamento do clube (assinatura anual, acesso aos vouchers, uso na hora da reserva/consumo) e direcionando para a assinatura/acesso ao app.




